Despertar - Tempo de Crisálida

sexta-feira, 8 de julho de 2011

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tarô de Marselha

A Força - algo deve sofrer transmutação.
...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Romance

Fenômeno permeado por 10 diferentes significados pessoais:

 Instância sustentada pela magia e delicadeza; Renascente experiência mundana de expressivo significado;
Singularidade;
 Dinâmica primorosa;
 Borboletas na barriga dançando balé;
Alinhamento astral;
Encontro das almas;
Reencontro de almas;
 Suspiros e fusão.

Nightwalker

  Tenho muita simpatia pelo desapego, princípio que agora me orienta. Me despeço de convicções ilusórias. Cada passo em sintonia com o pensamento - natureza e essencia. Não ofereço oposição as novas perspectivas... flutuo lado a lado com as percepções silenciosas. A causa inicial disso tudo foi a ventania, a atmosfera, o cansaço e a beleza de desassociar de si as contradições... É tempo de renovação, fenômenos genuínos, experiências verdadeiras capazes de conduzir à simples compreensão. Sonhos que se correspondam, esforços mútuos... interesse em harmonizar, melhorar, lapidar, cultivar, ampliar, aprimorar e fazer crescer.
Templo de fazer florecer inspiração... dancing dancing, dreaming of a neon light

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sintonia



"Who looks outside,dreams; who looks inside awakes"
Carl Gustav Jung

domingo, 12 de junho de 2011

Ensinamentos

imagem da Internet


Aprendizagem e Entendimento. Compreensão silenciosa.
Percepções sensíveis à impermanência das coisas... movimento-me em ciclos de pequenas lições.
Sigo em reconstrução artesanal, corrigindo o pensamento preguiçoso.


sábado, 11 de junho de 2011

Desabafo


Tento elaborar primorosamente novos pontos de vista que me permitam abrandar a mente confusa e o condicionamento imperfeito.

A meditação e a constante reflexão sobre cada ato impulsivo acabam por ensinar que é no equílibrio que reside o repouso dos desavisados.
Tenho me calado por iñúmeras vezes ao perceber que a fala nem sempre traz sentido e que o silêncio enriquece o diálogo.


Nascem as minhas asas e com elas o meu sonho de aventura.

Amazing




































































Usina de Belo Monte - Rio Xingu, estado do Pará














Imagem da internet
Representa grande ameaça às populações indígenas, Ribeirinhas e ao Meio Ambiente, sendo estes as principais vítimas do Progresso. Trata-se de politicagem nacional disfarçada de Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Belo Monte não significa sinônimo de desenvolvimento racional, ecológico e de baixo custo. Trata-se de uma das maiores obras de infra-estrutura previstas pelo Governo Federal, enquanto a população paraense sequer pode contar com saneamento básico.

Riscos ambientas e sociais possivelmente maiores que os benefícios econômicos movem a construção desta hidrelétrica.

O Governo considera Belo Monte fundamental para a garantia de energia futura.
Sendo a região Norte do Brasil vítima histórica do esquecimento das políticas públicas de desenvolvimento, muitos empresários, moradores de palafitas e prefeitos acreditam que a obra possa gerar prosperidade econômica para a região, desconsiderando ameaças iminentes como:

- Inundação permanente dos abrigos da Gravura e Assurini e dano ao patrimônio arqueológico, causada pela formação dos reservatórios;

- Perdas de jazidas de argilas devido a formação do reservatório do Xingu;
- Mudanças nas espécies de peixes e no tipo de pesca;
- Alteração na qualidade das águas dos igarapés de Altamira, etc.

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A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) solicitou oficialmente que o governo brasileiro suspendesse de imediato o processo de licenciamento e construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, no Pará, citando o potencial prejuízo da construção da obra aos direitos das comunidades tradicionais da bacia do rio Xingu. Abaixo, os pontos mais importantes da nota divulgada pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre e do documento da OEA:
- De acordo com a CIDH, o governo deve cumprir a obrigação de realizar processos de consulta "prévia, livre, informada, de boa-fé e culturalmente adequadas" com cada uma das comunidades indígenas afetadas antes da construção da usina;

- O documento da OEA afirma que o Brasil deve garantir que as comunidades indígenas beneficiárias tenham acesso a um estudo de impacto social e ambiental do projeto em um formato acessível tanto à sua extensão como no que diz respeito à tradução aos respectivos idiomas indígenas;
- A decisão da CIDH é uma resposta à denúncia encaminhada em novembro de 2010 em nome de várias comunidades tradicionais da bacia do Xingu pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre (MXVPS), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), relazia do Xingu, Conselho Indígena Missionário (Cimi), Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), Justiça Global e Associação Interamericana para a Defesa do Meio Ambiente.
- De acordo com a denúncias, as comunidades indígenas e ribeirinhas da região não foram consultadas de forma apropriada sobre o projeto que, caso seja levado adiante, vai causar impactos sócio-ambientais irreversíveis, forçar o deslocamento de milhares de pessoas e ameaçar uma das regiões de maior valor para a conservação da biodiversidade na Amazônia.
FONTE: Blog do Sakamoto

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Pensamento
















Quando os pés caminham em desacordo com o pensamento é porque não existe mais a poesia.


As escolhas cegas que acolho todos os dias me trazem rápido os resultados. Não encontro conforto no casulo das esperanças vãs.


Tudo feito errado e em comum acordo. Acordei esta manhã muito próxima dos velhos penhascos... abismos de inquietude me fazem não ter vontade de viver. Não existe mais a brandura mansa da esperança sem intervalos. Sinto eclodir a cada instante o peso conciso da falha. O coração ainda não habituado a resistência oferecida pelos espinhos do cactos humano.


Minha tristeza precede novas tristezas a cada entardecer. Não me sinto impune aos atos acovardados. Fui traída por minha própria valentia. De tanto gritar perdi o fôlego.

Amanheceu cinza, dentro e fora de mim. Gritos e acusações me despertaram de novo. Estamos estabelecidos e profundamente entrelaçados no equívoco. Eu e ele. Ele e eu.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

As Tulipas














imagem da internet/tulipas

Quero brotar em terras favoráveis à vida. Cultivar apenas o que poder expandir o compasso sugerido.

A cada passo dado pareço não encontrar o caminho...
Imagem/internet/tulipas

Bem agora eu penso sobre:


- O despertar da consciência e dos sentidos.
-As escolhas cegas acolhidas todos os dias.
-A lenta possibilidade que oscila.
- O despertar
-A ruptura
- Um jardim crespo e cheio de intervalos.

Mulheres que correm com lobos

Imagem da internet/floresta

Sempre em busca de vias "inviáveis"... imaginando que suportar o peso dos atos emudecidos resultaria em um instante de glória... àquele em que o alívio imediato compensa toda a falta de ar.
Emoções silenciadas pela esfera polar.

Não saberia mais me definir... nem mesmo aproximar-me disso... estou diluída na confusa existência.








terça-feira, 22 de junho de 2010

Ana B./Casa da Mão/Roland Barthes





A Câmara Clara - Meus primeiros diálogos com Barthes foram intermediados pela pessoa justa: Ana B.
Já meus primeiros diálogos com a própria Ana B. foram possíveis através da Casa da Mão (laboratório de criação da Comunicação/UCB).
Minha experiência por lá floresceu encanto em mim. Adorei as manhãs de quinta-feira em contato direto com a arte experimental. Eu achava tudo sempre charmoso.
Na Casa da Mão conheci então a Ana B. que no semestre seguinte seria minha professora de Introdução a Fotografia. Foi ela quem me apresentou Barthes.
A partir dos trabalhos desenvolvidos sob a orientação da Ana fui desenvolvendo grande afeição por ela e profunda apreciação pelo seu conhecimento, pela forma ponderada como conduzia as aulas, pelos assuntos propostos, pelos textos, pelo próprio ponto de vista crítico e elaborado e principalmente pela delicadeza e sensibilidade dela como artista.
Veio a Câmara Clara como bibliografia do plano de ensino mostrando pra mim que há na fotografia algo que toca de modo peculiar quem a olha.
Nada fiz senão concordar.
Apesar de minha relação com a fotografia ser de pouca intimidade, insisto em querer aprender.

Escola x Periferia






Aonde está a igualdade de oportunidades?
Como fazer desenvolver o ensino num país onde a educação não é prioridade social?

Lamentável... é com grande pesar que publico essa fotografia feita hoje, em uma escola classe da periferia do DF.
Avalio que crianças oriundas de colégios assim terão pela frente desafios maiores do que àquelas inseridas em outro contexto social e econômico. Até aqui nenhuma novidade, contra determinados fatos poucos são os argumentos plausíveis.

Por essas e outras razões torna-se difícil aceitar o Brasil como república democrática.
Não existe democracia quando o poder está concentrado nas mãos de poucos e quando diretos e garantias constitucionais são sucessivamente infringindos a olho nu.
É brutal a desigualdade de oportunidades, e em definitivo isso muito me ofende.




Pequenos Cidadãos


Tarde de terça-feira, em meio a tanta coisa por fazer um telefonema para o Teles definiu meus passos. Fui acompanhá-lo no registro de um evento interno da escola em questão.
Era hora do recreio. Crianças reunidas no pátio assistiam a uma peça infantil. Na cantina alguém fritava pastéis para o lanche... parecia dia de festa por ali.
Percebi entre os pequenos alguma inocência proveniente de sua condição de crianças.
Ouvi muitos risos e observei atentamente o que também parecia acontecer em silêncio, dentro de suas mentes. É SEMPRE bacana ver sorrir àqueles que sabem fazê-lo com espontaneidade.



quinta-feira, 17 de junho de 2010

Extremo

Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdia a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que nao vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou
Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar, pra dar e vender
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso, ou não é nada disso...
Sérgio Sampaio - Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua